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Impactos da pandemia sob as mulheres

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As mulheres, mesmo se não estiverem em home office, elas têm que fazer a maior parte do trabalho doméstico. Eles também são responsáveis por quase todo o trabalho nas atividades de cuidados não remunerados da família para idosos e crianças.

Portanto, medidas para conter o novos coronavírus, como a suspensão das aulas e a exigência de que os membros da família fiquem em casa, impuseram um fardo enorme as mulheres.

Ou seja, no sistema do Ministério do Interior, existe um equilíbrio entre trabalho remunerado e dezenas de milhares de empregos chamados “turnos duplos”, com pouca ou nenhuma ajuda de colegas e outros membros da família , Isso não é fácil.

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Além disso, elas também são a maioria em certas categorias profissionais que são economicamente mais vulneráveis ​​a pandemias, como produtos de limpeza diários.

E, no sistema de saúde, por serem responsáveis pela grande maioria no campo da enfermagem, estão em uma posição de liderança na prestação de serviços médicos às pessoas infectadas pelo vírus.

Sobrecarga da jornada de trabalho em casa.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019, as mulheres passam em média 18,5 horas por semana em tarefas domésticas e cuidando de pessoas, enquanto os homens passam 10,3 horas por semana nessas atividades. Devido às limitações da pandemia, essa rotina deve se tornar mais intensa.

No Brasil, existem mais de 11 milhões de famílias compostas por mães solteiras, e ninguém pode compartilhar o trabalho em casa com elas.

Da mesma forma, muitas delas são apoiadas por parentes, inclusive parentes, que atualmente não conseguem ter acesso, por exemplo, os idosos fazem parte do grupo de risco covid-19, e as autoridades os aconselham a a todos ficarem em casa.

Além do trabalho doméstico e dos cuidados, também há uma carga mental de trabalho emocional, que é até invisível.

Geralmente, as mulheres lideram o planejamento e o gerenciamento da vida familiar e diária, tentando antecipar as necessidades de todos e se preocupar com a saúde da família.

Outro ponto agravante é a violência doméstica.

Outro aspecto da desigualdade de gênero que as mulheres enfrentam em casa é a violência. Eles enfrentam os maiores riscos no ambiente familiar, e ficar em ambientes fechados com outros membros da família por mais tempo aumenta esse risco.

Durante o período de separação social e quarentena, as vítimas de violência doméstica estão preocupadas não apenas no Brasil, mas também em todo o mundo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que um terço das mulheres no mundo está submetido a violência física ou íntima, na maioria das vezes por parceiros próximos.

Para essas mulheres, ficar em casa para impedir a propagação do vírus significa trancá-las com os agressores.

Portanto, vivemos nos últimos meses momentos de grande preocupação, por conta da disseminação do COVID-19 mais não cale-se, não se omita, nem ser exponha a qualquer tipo de agressão ou violência doméstica, denuncie!

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